terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Eu e minha sorte com sapatos!

Olá amiguinhxs, como estão?
Eu estou bem! Um pouco na correria, mas bem.
Hoje lembrei de umas coisas e resolvi escrever.
Alguém aí já passou um tempo sem usar algum sapato?
Eu já! Muitas experiências dessa em minha vida... Então, a primeira lembrança sobre sapatos sem uso eu estava indo para o trabalho. Decidi usar uma bota que não usava um certo tempo, fui me achando, peguei o ônibus, pra variar, não tinha lugar pra sentar, assim fiquei em pé.
Peguei o busão em Anchieta, às 6h, sentido Centro. Trabalhava próximo à Central, e lá fui eu de bota! Ao logo do caminho, comecei a sentir algo estranho, parecia que eu estava ficando mais baixa (do que o normal),mas não sabia o motivo.
Quando estava perto do trabalho, comecei a perceber que o salto da bota estava se desfazendo, isso mesmo, você não leu errado! O salto da bota começou a desmanchar, e, eu, morrendo de vergonha, mas fui lá...
Chegou o ponto que eu descia, de lá, caminhava até o trabalho. Cada passo que eu dava, um pedaço do salto ficava no chão do ônibus, na Presidente Vargas e na Central. No subsolo da Central do Brasil tem 2 brechós, pelo menos tinha, e, às 7h da manhã, era o único local aberto, fui lá neh, não podia passar o dia todo no trabalho e à noite na faculdade com a bota naquele estado! Pra minha sorte, um deles estava fechado, e no que eu fui, só tinha um sapato de festa com a minha numeração. O sapato era cheio de pedras na frente, era muito bonito por sinal, e o preço, super agradável, 10,00. Não pensei 2x e comprei o sapato.
Fui trabalhar, me sentindo novamente. Após uns 20 passos, a sensação que tinha, era que estava sem nenhum dedo! O sapato de festa estava acabando com meus pés!
Pior de tudo, foi pegar o elevador e ouvir um moço do andar antes do meu dizer:
- Ih, toda elegante, vai ter festa mais tarde neh?!
Sorri e balancei a cabeça, afirmando que sim. Mal ele sabia que o sapato estava me matando e que era o 2° sapato do dia! Cheguei na sala e fiquei descalça. O problema é que naquele dia precisava fazer muitos trabalhos fora da sala, aí toda hora precisava colocar o arrancador de dedos.
Já não aguentando mais, liguei para uma amiga que pegava mais tarde pra comprar qualquer coisa pra mim, eu precisava me livrar daquilo! Ela levou uma rasteirinha, nossa, nunca senti tanto alívio! Tinha bolhas onde nem imaginava que poderia dar... O sapato não lembro nem que fim levou, mas foi a primeira e ultima vez que foi usado por mim.
A segunda experiência foi numa festa em comemoração aos 25 anos de casada de uma amiga. Fui com uma sandália que não usava um tempo, mas aí lembrei da bota, então, andei bastante com a sandália pela casa para isso não se repetir.
Fui à festa, crente que estava abafando com minha sandália azul royal... no meio da festa, a sandália descolou, nem ao banheiro dava pra ir. Para minha sorte, a minha amiga, dona da festa, já estava descalça fazia tempo, assim, me emprestou a sandália dela, ficou maior que o meu pé, mas não podia nem reclamar, já tinha conseguido um sapato!
A terceira experiência foi a sandália amarela, igual à azul royal, eu emprestei a uma amiga, fiz milhões de recomendações, disse a ela pra testar antes, andar pela casa, puxar as tiras e ela assim fez.
Fomos a um casamento, e ela lá, toda toda. Quando descemos do carro, passados uns 3 passos, a sandália arrebentou igual a minha azul... como o marido dela anda cheio de coisas na mala do carro, pois sempre pode precisar, olhamos pra verificar se tinha alguma cola. Achamos cola de cano, obviamente não colaria, mas não custa tentar neh, vai que... Não deu certo, assim o marido dela foi na rua para tentar encontrar um super bonder, ou algo do tipo. Coitado, andou absurdamente e voltou todo suado. Pelo menos voltou com a cola!
Ela conseguiu andar, dançar não descolou novamente, mas ela joga isso na minha cara até hoje, e do jeito que é, vai jogar eternamente!

sábado, 7 de janeiro de 2017

Eu odeio 5 dias úteis! E o Banco Azul também!

Quando se nasce pobre, você precisa ter seu nome limpo, porque pra comprar e ter as coisas só assim. Aí você luta para ter seu nome limpo, pagando tudo em dia, não comprando além da conta, essas coisas.
Certo dia fui ao banco resolver uma outra situação, na verdade, situação de outra pessoa, o banco que por sinal não tinha nada a ver com problema que eu vou mencionar adiante...
Então, fui ao Banco Laranja com uma amiga acompanhá-la para resolver alguns problemas dela, e aí no meio disso, eu resolvi perguntar a gerente dela se o pagamento de um boleto que tinha feito há alguns meses atrás, havia sido realizado corretamente.  Prontamente a gerente de Ana, falou que foi falou que sim, estava  tudo certo, mas, para minha surpresa, a gerente disse que eu estava devendo ao Banco Azul Econômica, só que  no sistema dela não mostrava o que era. Assim, atravessei a rua fui ao Banco Azul,  ao chegar na agência, o atendente informou que ele também não conseguia ver, disse que tinha nenhuma restrição no nome no valor de R$ 900,00 iniciais, como eu era de outra agência, precisava ir até a minha para resolver isso.
Liguei para minha gerente, que informou que era um cartão de crédito. Ela me orientou a entrar em contato com a central de cartões. Detalhe, o cartão que ela se referia, eu havia solicitado meses atrás, e, ao perceber que havia passado o tempo estipulado para a entrega, entrei em contato com a gerente, que me encaminhou para a bendita central de cartões. Informei que o cartão não tinha chegado, e a atendente disse que era para eu não me preocupar, pois ele havia sido extraviado e que dentro de alguns dias poderia solicitar outro. Hahahaha ela devia estar me zoando, só pode!
Bom, liguei para a central, uma, duas, três, mil vezes! Descobri que algum ser SEM LUZ,  foi ao Assaí Atacadista, feito uma compra no valor de R$ 900,00, mas que, como eu não tinha efetuado o pagamento da fatura, gerou encargos financeiros. (PS: compra efetuada no dia 20/10, aniversário de papy, que por um acaso não pude nem comemorar com ele, pois estava  de gesso, por causa do buraco da escola, lembram?) Eu disse mais uma vez que não tinha recebido o cartão, logo, não marcaria com tal despesa. A atendente pediu para eu confirmar os 4 últimos números do cartão, e eu disse:
-Eu acho que você não entendeu. Eu não recebi  o cartão, como irei confirmar?
Ela não gostou muito da resposta, mas era a única que poderia dar, afinal, estava com meu nome com restrição, devido a uma compra que não fiz, de um cartão que não recebi! Mais uma  vez, 2016 me pregando uma peça, acho que era pra fechar com “chave de ouro”. A atendente pediu para eu aguardar que o Banco Azul entraria em contato dentro de alguns dias. Eternos dias...
O Banco Azul não entrou em contato, assim, entrei em contato com o SAC, eles registraram a solicitação e informaram que dentro de 5 dias, retornariam o contato. Isso não aconteceu, e mais uma vez, entrei em contato... A solicitação não havia sido respondida, na verdade, nem sinal dela. Tive que registrar tudo mais uma vez! Pela 10000000 estava explicando a situação do bendito cartão extraviado. E mais uma vez, aguardei 5 dias úteis.  5 intermináveis dias úteis!
Hoje, liguei para o SAC, que pediu para entrar em contato com a central de cartões, que o Banco Azul, já havia finalizado a minha solicitação. Fiz isso... Para minha “alegria”, o Banco Azul es tornou  os R$900,00, mas, segundo a atendente, como eu NÃO PAGUEI A FATURA,  fez gerar encargos. Gente, como vou pagar uma fatura, de um cartão que não recebi? Disse isso à atendente, que mais uma vez pediu para eu aguardar 5 dias úteis!
Passei a odiar 5 dias úteis! E claro, o Banco Azul também!