segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Um integrante do Raça Negra na família

Minha vida só tem personalidades, literalmente...
Cresci no meio do samba e do pagode. Meu pai, desde que eu era criança tinha um grupo de samba de raiz, passei minha vida inteira ouvindo Fundo de Quintal, Zeca Pagodinho, Jovelina Pérola Negra, Dona Ivone Lara, Arlindo Cruz, Sombrinha... E por aí vai.
O Raça Negra marcou minha vida, além das músicas, o grupo em que meu pai tocava tantam era um dos grupos mais solicitados.
Até os 6 anos de idade passei no Irajá, subúrbio do Rio de Janeiro. Após isso, minha família e eu, nos mudamos para Nova Iguaçu. Juro, ao chegar lá, chorei! Muito, por sinal!  Era longe e só tinha barro, além das ruas, os quintais e as casas! Fiquei  apavorada! Depois, aos trancos e BARRANCOS (essa frase nunca fez tanto sentido em minha vida), superei, pelo menos eu acho...
Passado certo tempo, meu pai e eu fizemos amizades, inúmeras amizades, que perduram até hoje.
Um dos amigos de meu pai, era dono de um bar, bar popular do local, todo final de semana tinha pagode! O bar era o point, claro... (não tinha mais nada, além daquilo).
Meu pai, 71 nato rsrs ( sabem aquele capetinha e o anjinho, ele vem o lado que eu luto todos os dias, já o anjo, vem de minha mãe, tem vezes coitada,  é muito lenta). Enfim, meu pai, teve a brilhante ideia de falar com os amigos e com o dono do bar (também amigo dele) que meu tio (George) era irmão de um dos integrantes do Raça Negra, o Gabu. Meu tio indo lá, em seguida o grupo iria também!
Por que meu pai inventou isso, não sei, só sei que meu tio era, ops, é careca, o integrante idem... Meu tio, acabou sendo cúmplices, eu e minha mãe também! Vale lembrar que eu era uma criança, fui  obrigada a mentir! Minha mãe na estava acostumada com as pérolas meu pai, e  meu tio, extremamente correto, não mente por nada, não inventa nem uma dor de barriga, pelo menos eu achava.
Meu tio foi ao bar, se passou pelo irmão de Gabu, e ficou com a promessa de levar o Raça Negra lá, só na promessa, porque obviamente isso nunca aconteceu!


Hoje é dia de (re)aprender!

Hoje a postagem é diferente de tudo que venho escrevendo. Então, vem comigo que no caminho te explico.
Hoje, depois de quase 3 meses de imobilização total ou parcial, comecei a colocar o pé no chão, se lembram do último buraco?
Segui as recomendações dos médicos e da fisioterapeuta direitinho (repouso, remédios, exercícios...). Hoje voltei a trabalhar, como sabem sou professora, e chegou o momento de finalizar as coisas burocráticas do ano letivo.
Hoje está sendo um dia de reaprender! Quem foi que disse que andar de bicicleta não se esquece?
Não estou andando de bicicleta, estou reaprendendo a andar sem imobilização, tô igual a uma pata, contudo, estou andando. Um passo de cada vez, uma caminhada até o ponto de maneira mais lenta,  um degrau ou rampa mais lento que o “normal”. Mas o que é normal? Ah... e mais atenta aos buracos!
Cheguei na escola, subi a rampa, andei, revi colegas, participei de reunião. Acordamos e desacordamos em alguns momentos. Entre um olhar no celular e outro, não bastava está com dificuldades de andar devido a dor, percebe os pés sujos de lama, sim OS PÉS! Enfiei os dois pés na lama ao descer do carro de Renata.
Está valendo, o que importa foi que além de voltar para a escola, voltarei para a menina dos meus olhos, a turma de jovens e adultos.
O dia foi de aprender e reaprender, e olha que ainda nem terminou...

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

O assalto e as professoras

Olá galerinha, tudo bem?
Vocês sabem né,  vida de professora não é nada fácil. Ainda mais professora da rede pública, lembram de uma postagem anterior? Então, além do salário, ou da falta dele, contamos com a falta de materiais pedagógicos, de colegas de profissão, estrutura familiar, problema na aprendizagem, e por aí vai… Para “amenizar” pelo menos a questão salarial, procuro vender umas muambas por aí.
Já vendi doces, calcinhas, artigos eróticos, hoje estou no ramo dos importados (perfumes, bolsas, roupas) e Eudora.
Para vender, você precisa de um fornecedor seguro, barato, que facilite o pagamento… Numa dessas, Ana (minha  companheira de profissão e vendas) e eu, achamos um mega fornecedor, ele tinha tudo que a gente precisava e mais um pouco. Pensamos e falamos:
  • Opa, nos demos bem, vamos vender bastante e arrumar uma graninha!
Pegamos o carro dela, e lá fomos nós má loja, um sábado de sol, depois do almoço, felizes e contentes (hahahaha).
Vocês sabem que alegria de pobre, ainda mais professoras, dura pouco neh?!
Estávamos lá, escolhendo infinitas mercadorias. Além de nós duas, outras pessoas faziam o mesmo… Eis que pessoas armadas entram na loja.
Eu, em meu “Fantástico mundo de Bobby” pensei:
“Só podem ser os seguranças”
Continuamos a escolher. Um deles diz em tom baixo:
  • É um assalto!
Acho que Ana me fazia companhia no “Fantástico mundo de Bobby”, porque ela pensou:
Ah, são colegas dos donos e estão de brincadeira!
Como ninguém os levou a sério, a parada começou a engrossar…
Pediram os celulares (ah, eles nos deixaram tirar chip e cartão de memória), dinheiro, acessórios (cordão, pulseira, relógios, essas coisas). Primeiro, pra variar, fiquei sem o quê? Reação, óbvio! Depois a ficha caiu (gíria meio velha neh, mas sou da época dos antigos orelhões, que para falarmos, usávamos fichas, era criança, mas lembro bem dessa época, pois adorava colocar as fichas). Aí, peguei meu celular, um antigo, um pequeno, humilde, da Motorola, retirei os dois chips (porque pobre aproveita as promoções de todas as operadoras, meu pai, por exemplo, tem 4, praticamente um de cada operadora) e o cartão de memória. Aproveitei pra pedir uma cadeira, pois minhas pernas resolveram não funcionar! Sério, não me aguentei!
Ana, bancou a egípcia, fingindo que nem era com ela. Ficou olhando para os lados, pro alto, pra baixo, nem era com ela. Um dos "gentis senhores" já ficando nervoso disse:
  • Qual é Tia, passa logo o celular!
Detalhe, o cara não era novo, era bem mais velho e Ana não gostou de ser chamada de “Tia”.
“Convenci” Ana a entregar o celular, ou melhor, o IPhone dela (estou revirando os olhos, igual ao emoticon do WhatsApp)… Mas antes de passar, Ana fala baixo pra mim:
  • Meu IPhone não, custou muito caro!
E, eu:
  • Ana, pelo amor de Deus, passa logo essa porcaria!
Assim, Ana foi até o “delicado senhor”, antes de entregá -lo chorando (literalmente) e diz:
  • Moço, meu celular não sai o chip e está com a tela quebrada!
E ele gentilmente responde:
  • Tá bom Tia, me dá assim mesmo!
E volta Ana (chorando) e dizendo:
  • Meu IPhone, meu iPhone…
Ana volta pra onde estava, e eu digo:
  • Veja pelo lado positivo Ana, a tela estava quebrada!
Ela se acalmou (um pouco). Até que veio a “segunda parte”... Eles pediram a chave dos automóveis que estavam estacionados, um deles, era o da Ana. Reação da Ana:
  • Moço, o senhor vai levar meu carro? Moço não leva, eu sou PROFESSORA!
O “gentil senhor”:
  • Tia, me dá logo a chave!
E volta Ana (chorando) e dizendo:
  • Meu carro, meu carro…
Depois de limparem a loja e a todxs os presentes, foram embora nos deixando trancados dentro dela.
Acho que o choro da Ana comoveu um dos “gentis senhores”, pois só levaram a chave de seu carro.
Uns 30 minutos depois, chega o segurança da loja e nos tira de lá.  Sim, a loja tinha um segurança, mas sabe lá onde ele estava naquele momento...
O dono da loja, nos levou na casa dela, buscamos a chave reserva para pegar o carro.
Quando retornarmos à loja, para buscar o carro, Ana achou que os “gentis senhores” tivessem colocados escutas e câmeras em seu carro (Ana tinha visto muitos filmes de ação na época).
Fomos embora, ou melhor, comprar telefones novos. Quando voltava do shopping, já chegando em casa, Ana se deu conta que ela estava sem as chaves de casa.
Contactamos dois fiéis escudeiros (Regi e Leandro) e voltamos ao “local da tarde maravilhosa” para buscar a chave. Dessa vez não esquecemos nada (ainda bem!).
E assim terminou o nosso sábado, sem roupas (para vender), com celulares novos e com um baita cansaço.
Se for assaltada mais uma vez, usarei a tática da Ana:
  • Moço, eu sou PROFESSORA!

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Marcação de professora!

O dia de hoje vem me trazendo muitas lembranças, dessa vez, não foi o Facebook, foi minha cabeça a mil por horas, é, sou ansiosa, minha cabeça não para, nem quando quero dormir, ou quando tento pensar numa linda praia, ou em animais, essas coisas que acalmam.
No meio dessas lembranças, veio essa, ou melhor, essas…
Dica pra vida: não deixem seus/suas professores/professoras saibam seus nomes e marquem suas caras! Isso não é bacana!
No 1° período de faculdade, eu participava de um grupo, eram três Larissas e eu. Eu era a “estranha” a única que não se chamava Larissa rsrs, depois entrou a Nath para grupo, assim, eu não estava mais sozinha nesse mundo de Larissas ou Laryssa. Bom, Nath, antes de entrar para o nosso grupo, fazia dupla com uma menina. Um belo dia, a professora de História da Educação passou uma resenha. Ela gostava muito de resenhas, cada aula era uma. Nathália fez uma dessas resenhas na casa de Manuela, a dupla dela. Manuela não havia feito a dela, então, teve a brilhante ideia de usar a de Nath com o nome dela. Pra ela, a professora não iria perceber... A brilhante ideia de Manuela não foi tão brilhante assim, e a professora percebeu. O pior de tudo, não foi isso, Manuela saiu da faculdade, e Nathalia sofreu as consequências!
A professora marcou a cara e o nome dela (da Nath), qualquer trabalho depois desse, acho que ela nem corrigia o de Nath, só escrevia “REFAZER”, essa palavra perseguiu a Nathalia por muito tempo! Ela (a Nath) tomou pavor da professora, e foi bastante zoada, as vezes olhávamos pra ela, lembrávamos e falávamos a frase preferida da professora:
  • Nathalia, REFAZER!

A primeira vez que isso aconteceu estava no 2° período da faculdade, uma disciplina sobre psicologia da aprendizagem. Bem, acho que a professora  não foi muito com a minha cara. Uma quarta feira, dia de suas aulas, ela me chamou pra conversar no final da aula. Obviamente, fiquei depois da aula. Então pela disse:
  • Priscilla, estou vendo você muito dispersa nas aulas, saiu duas vezes de sala hoje, parece estar DESINTERESSADA!
Expliquei a ela que na verdade estava cansada, tinha saído para ir ao banheiro e comer, pois não tinha dado tempo de fazer isso antes da aula. Ela me mandou estudar muito para a prova da semana seguinte, ou ficaria reprovada.
Não me perguntem o motivo, mas ela “me marcou” e o pior, gravou meu nome! Eu disse que isso não era bom…
Dia de prova, estava eu lá, preparada! Preparada mesmo,pois havia estudado muito! Ao entregar a prova, ainda tive que ouvir:
  • Será que você foi bem?
A cara dela ela “estou louca para te reprovar”. Ela olhou a prova, leu linha por linha, olha que escrevi muito. Quando terminou de ler, exclamou:
  • É… até que foi bem!
Me retirei da sala, achando que havia me livrado de um peso, de no mínimo 300 kg. Eis, que surge uma colega de turma e pergunta se eu tinha feito o trabalho, como fiquei nervosa, não lembrava. Fui perguntar a “querida professora”.
Voltei à sala, e fui em direção à mesa onde a professora estava. Ela, “gentilmente” abriu a pauta, procurou meu nome e lá estava, tinha feito o trabalho. Outro peso a menos? Engano de vocês, ah, meu também! Ao lado de meu lindo nome estava escrito adivinhem o quê?
DESINTERESSADA!
Sim, desse jeito, caixa alta, com um ponto de exclamação no final! O sangue subiu, e quando estava prestes a falar algumas coisas, pois estava escrito o DESINTERESSADA, para qualquer pessoa ler, realmente não curti a exposição. Mas, uma das Larissas, na verdade a Laryssa, me arrastou para fora da sala.
Pensam que acabou? Só naquele dia! Pois ela, a “querida professora” fez questão de me parar no corredor meses depois. Queria saber se eu havia gostado da minha nota.
No 4° período eu e uma outra amiga ficamos reprovadas em uma bendita disciplina, a professora era bem conhecida… algumas pessoas procuravam fazer a disciplina em outras universidades, para “evitarem a fadiga”, ela reprovava muito. No meu caso, a professora me deixou de recuperação, estudei, mas… No dia da prova, fiz tudo direitinho, na hora em que fui revisar e passar a caneta, ela não deixou, disse que não havia necessidade. Confiei e me… Ao sair o resultado, fui até ela pedir vista de prova. Ela reviu, disse que eu estava completamente certa, porém, ela não iria rever, já que as respostas estavam a lápis. Aí vai mais uma dica: NUNCA deixem provas ou testes sem passar a caneta! Como eu não tive reação, vocês já sabem, reprovei!
Depois de alguns semestres depois refiz a disciplina (com ela), passei, segundo ela no email “com louvor”. Na real, acho que a consciência pesou! Minha amiga também refez uns dois semestres depois de mim, conseguiu passar também! Ufa!
Conversando com um amigo, o Dany, ele já sofreu uma pressão dessas, uma professora falou que ele ficaria reprovado, devido suas faltas, não é que a professora estivesse errada, mas a forma com que foi falada, ele estava com umas questões …  Dany tirou de letra e resolveu a situação.
Ser perseguida (o) não é legal, por isso digo e repito, não deixem que seus professores saibam seus nomes e nem marquem suas caras, nem sempre isso será positivo, na maioria dos casos, não é!
Ah… apesar da pressão literalmente psicológica, tirei 10, inclusive, uma das Larissas me ligou para dar a notícia!
Sabem o que também foi bom? O grupo de pesquisa que fiz parte, “Criar & Brincar: o lúdico no processo de ensino-aprendizagem - LUPEA”, lançou um livro, e, quem estava no lançamento? A professora do “DESINTERESSADA”, ela comprou um livro do grupo, não assinei no exemplar dela, mas ela me viu assinando outros.
Aproveitando… Esse é o link do livro:

http://wakeditora.com.br/loja/product_info.php?products_id=490

sábado, 10 de dezembro de 2016

Ter WhatsApp é como ter uma blusa preta

Acho que hoje, quase todas as pessoas possuem WhatsApp, é quase tão comum como ter uma blusa preta!
Eu já tenho WhatsApp há muitos anos, com o passar do tempo, ele foi se modernizando, envio fotos, vídeos, contatos, documentos, gifs, e por aí vai. Passou a fazer e receber ligações, e agora, até ligações em vídeo. Essa segunda,não costumo usar, na verdade usei uma única vez, e foi sem querer! Apertei a camerazinha, e quando dei por mim, estava retornando a ligação de Juliana (Não é a minha gêmea não, é que eu conheço muitas Julianas mesmo). Bom, retornei a ligação, quer dizer “vídeo chamada”, mas é claro, que não seria só isso… Além de estar completamente DEScabelada, DESarrumada, DESengonçada, o meu normal de ficar em casa, a câmera pegando aquele DESastre,  o celular resolveu travar, e não desligava por nada! Para minha sorte, Juliana não estava com o celular em mãos,  e graças a Deus, não viu aquela cena! Depois nos falamos e ela disse que o mesmo havia acontecido com ela, não a “sequência de DES” mas o fato de ter esbarrado na camerazinha.
Outra coisa interessante do WhatsApp, são os status né, cada frase de impacto… que muita gente, nem lê, e mesmo que você saiba disso, vai continuar colocando, pelo menos eu sou assim.
Dentre os avanços do What’s foi a confirmação de leitura que podemos marcar ou desmarcar essa opção. Tá aí um excelente remédio para a ansiedade, sei que serviu pra mim. Antes, mandava mensagem e ficava olhando se a pessoa, qualquer pessoa, havia lido, e quando a mensagem ficava azul e a pessoa não respondia, nossa… que raiva, é meio que um “não estou com vontade de falar com Vc, um não tô nem aí, não sou obrigada, ou, um simples respondo quando puder”. Agora não passo mais por isso, não vejo mais aqueles benditos risquinhos azuis!
O que o WhatsApp não evoluiu, foi o fato de não te deixar invisível, como no MSN. Era tão bom! Espero que façam logo essa atualização, pois o que muitas pessoas reclamavam, era o de tremer a tela “chamando a atenção” já está funcionando,não tremendo como no MSN, mas num grupo, você já consegue marcar as pessoas utilizando um @ seguido do nome.
E os áudios hein… gente, áudio é uma faca de dois gumes! De um lado, a praticidade e agilidade, afinal, falar é mais simples que digitar letra por letra, palavra por palavra. Tem uma função de Vc apenas fazer um “Zigue-zague” no teclado, mas é só pra quem tem muita prática, o que não é o meu caso, saía cada palavra! Se o corretor do meu celular já não faz questão de me ajudar, imaginem só em “Zigue-zague”. Voltando aos áudios… nem sempre gosto de ouvir áudios, dá nos nervos, principalmente aqueles enormes! Eu tento controlar meus áudios, nem sempre consigo, porque pra quem me conhece, sabe o quanto eu gosto de falar. Certo dia no Facebook, uma amiga postou o print de uma conversa  do WhatsApp com uma amiga dela, e uma das duas mandou um áudio de 7 minutos! Gente 7 minutos de áudio! 7 minutos de áudio são como 7 minutos no trabalho num dia em que você está louca pra ir pra casa, ou outro compromisso.  7 minutos de áudio são aqueles 7 minutos intermináveis da aula mais chata, com o professor mais chato, sim, sou professora, não que esteja falando mal de minha profissão ou de colegas,mas nós sabemos que chatos no trabalho existem, e muitos! 7 minutos de áudio! Por favor, quando me mandarem áudios, “piquem” esses 7 minutos em pelo menos 7 áudios!
Ah… O zigue-zague que falei, no meu teclado se chama “entrada de traço” você pode habilitar ou não essa função. Eu não me entendi com ela. Deve ser porque sou um pouquinho atrapalhada, mas só um pouquinho!

O lado ruim do Facebook

Certo dia, era um final de semana, parecia que todas as pessoas de o meu Facebook estavam fazendo transmissão ao vivo. Entendo perfeitamente que esse tipo de transmissão signifique algo para quem posta, e até para quem assiste, já assisti várias, umas divertidas, outras nem tanto… Mas o problema não é quem posta, muito menos quem assiste. O maior problema é o Facebook que ainda não se deu conta que as milhões de notificações são extremamente irritantes! Te faz até pensar:
  • E o que eu tenho com isso?
Inclusive na vi postagens sobre isso!
Outra coisinha chata que o Facebook faz, é o tempo inteiro passar uma “fila de pessoas que talvez você conheça”,  sério Facebook, para! Se a gente quisesse adicionar as pessoas dessa bendita “fila” já teríamos adicionado, pois existe uma parte de busca. Detalhe, o fato dessa pessoa da fila conhecer 58 amigxs meus, não significa que temos alguma relação de amizade. É sério, isso é chato, bem chato pra falar a verdade!
Não poderia deixar de falar das lembranças do dia! (Hahahahaha) Ainda bem que isso não é público! Essas lembranças “sempre lembram” (não achei outra expressão, e hoje, não estou com meu dicionário de sinônimos aberto, eu disse, ele salva nossas vidas) de algum fato ou momento de sua vida,  nem sempre são agradáveis, o bom é que Vc pode excluir (já excluí, fotos, alfinetadas, diretas, indiretas (é,  já fui dessas! E luto diariamente para esse “ser”não voltar a reinar), coisas boas que você pode (Re)postar, essa é a parte legal). Ah, mais uma vez, ainda bem que não é público, já tive, pensamentos obscuros (na verdade, alguns ainda tenho, por causa desse “ser” que habita em mim), deve ser por isso que eu sou a Raquel e não a Ruth (a gêmea má). Hoje até que veio uma lembrança boa da escola dos sonhos que trabalhei (não a parte do salário kkkkkkkkk), um encontro regado de cervejas e risadas, mas não consegui compartilhar, pelo fato de ele, o Facebook, ter atualizado e sumido com a lembrança. Sabe lá onde ela foi parar?! Deve está no “vale das lembranças perdidas”, pelo menos, é o que eu acho.
Lembrando de uma outra coisa chata do Facebook, aquela “cutucada”, cara, que parada chata! Ainda bem que as pessoas estão deixando isso de lado (pelo menos para mim), se bem, vejo colegas reclamando disso. Vai entender…
Gente, e as pessoas que te viram uma vez na vida, te adicionam?! Fui em duas festas num curto espaço de tempo, em ambas as festas tinha uma menina, o mínimo que falei com ela foi “boa tarde” na primeira festa e “boa noite” na segunda festa. Sério, ser educada não significa que você quer amizade com uma pessoa no Facebook. Ou vocês querem? Na primeira solicitação, eu excluí. Na segunda eu deixei no limbo. Vocês sabem o que é limbo? Não aquele “original”, o “limbo do Facebook”, aprendi essa expressão com Marcella, amiga de faculdade.  Então, o limbo é aquela parte onde ficam as solicitações de amizade que você não aceita, mas que também não exclui. Deixei lá por meses, depois excluí de vez. Bom, ela não me adicionou novamente, ainda bem neh, porque já estava ficando chata essa insistência. Não tenho nada contra ela, na verdade, contra ninguém (ou quase ninguém), só não quis ser sua amiga de Facebook, visto que só tínhamos trocado cumprimentos, não trocamos risadas, interesses ou salvo do tipo, somente cumprimentos. Depois também, não nos encontramos mais, não tivemos festas em comum, ou até que tivéssemos tido, logo depois apareceu o buraco… Aquele, o do joelho…

O dia dos dois eventos

Boa tarde pessoas queridas, tudo bem?
Comigo sim!
Hoje lembrei de um dia longo… Estávamos, eu, meu pai e minha mãe, fomos almoçar com a mãe do meu pai, depois iríamos a uma festa de um parente de um amigo do meu pai.
Fomos, para ambos os eventos, até então, tudo correndo na mais perfeita ordem. Até a ida para a tal da festa, na verdade um churrasco.
Saímos do “primeiro evento” e fomos para o segundo, para chegarmos lá, pegamos um ônibus e descemos em um bairro chamado Cordovil, era o lugar do “segundo evento do dia”, tudo corria bem, até que… Ao descer do busão, o local estava em obras, assim, tivemos que descer uma escada, uma escada do ponto de ônibus de Cordovil, ah, era na Avenida Brasil, só que a escada, não era uma escada propriamente dita, era uma escada improvisada. O que seria uma escada improvisada? Duas madeiras maiores na as laterais e na vertical, e com madeiras menores pregadas na horizontal. Madeiras meio velhas, apodrecidas, estranhas… qualquer pessoa teria receio de descer aquilo, por conta a disso, meu pai deixou “as damas descerem na frente”, ele segurava uma de nossas mãos, e disse para a gente descer de frente para a  escada, e assim fizemos. Primeiro minha mãe, depois eu. Ele foi o último, meu pai é bem grande, lembram? Então, ele fez várias recomendações para minha mãe e eu, porém, não seguiu nenhuma delas! Resolveu descer de costas para o “projeto de escada”, como estava em obras, tinham pedras, cimento e areia por toda a parte de cima. Meu pai, se preparando pra descer, escorregou! Como meu pai é grande, imagem o barulho! Quando olhamos para cima (minha mãe e eu), estava lá, meu pai, de bunda (que bunda!) no chão, ele estava com uma bermuda escura, em contato com o material da obra, ficou bem marcada. Claro que a gente não segurou a risada! Chegamos no segundo evento, vermelhas, de tanto rir, ou melhor, roxas, porque o riso foi intenso! Inclusive ele riu demais. Até hoje não entendemos o motivo de ele não ter seguido suas próprias recomendações, acredito que nem ele!
Tudo correu bem, até irmos embora (meu pai, o amigo dele, minha mãe  e eu). Como iríamos pegar o ônibus do outro lado da Avenida Brasil, não precisamos subir o projeto de escada (ainda bem neh, lutei tombo não iríamos aguentar), atravessamos uma passarela, não é bem uma passarela, enfim, só dava pra passar uma pessoa por vez. O amigo do meu pai decidiu ir ao lado de minha mãe, mesmo sendo estreito. Vocês devem estar pensando “isso não vai dar certo!”, nem eu achei que daria, e não deu, óbvio! Só ele que não pensou!
Ao se aproximar de minha mãe, ele pisou, com muita força, em sua sandália, quase aconteceu outro tombo, o lado positivo que não rolou, mas “era uma vez uma sandália nova”, era a primeira vez que minha mãe estava usando! Minha mãe voltou pra casa descalça! Como nós morávamos no “furico de Nova Iguaçu” e o ônibus estava demorando a passar, pegamos um para o Centro de Nova Iguaçu, a intenção também era achar um calçado para minha mãe. Vocês já foram em Nova Iguaçu? Não importa o dia, nem a hora, sempre tem camelô, vendendo comidas, calçados, roupas, brinquedos, acessórios, tudo! Mas naquele dia… até ovos de Páscoa tinha, menos calçados! Minha mãe toda arrumada, menos os pés, porque ela tirou o outro pé também neh!?
Ele quem arrebenta, e eu quem paguei o pato! Sabem como é aquela velha história “manda quem pode e obedece quem tem juízo” fui descalça pra casa!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Impressoras e seus poderes

 Olá gente, tudo bem?
Espero que sim!
Estava sentada em meu quarto e olhei para minha impressora e lembrei de uma coisa muito importante: NUNCA imprima nada em cima da hora e principalmente, não deixe que sua impressora saiba disso! Essa dica é para a vida!
Eu tinha uma impressora de uma determinada marca, bom, ela não dava pra recarregar o cartucho, ops, os cartuchos, 4 caros cartuchos. Além de não poder recarregá-los, aumentaram substancialmente o valor de venda.
Decidi procurar uma possível solução na internet, então descobri algo mágico: cartuchos recarregáveis! Entrei em contato imediatamente com o vendedor, mandei emails com perguntas, fechei o negócio e fui buscar minha solução mágica!
Imprimi uma, duas, três, várias vezes. Principalmente trabalhos da faculdade.
Após toda as loucura de uma faculdade, trabalhos, disciplinas, estágios, grupo de pesquisa, logo... Muitas impressões. Ela, a impressora, funcionou perfeitamente.  Ou melhor, quase perfeitamente. Terminei a escrita dela, a tão temida MONOGRAFIA, acertei tudo com minha orientadora e com a co-orientadora também. Sim, tive duas!
Bom, um dia antes da entrega, resolvi deixar tudo impresso  para que no dia seguinte eu só precisasse encaderná-la e depois entregá-la aos componentes da banca. Fui muito esperta, certo?!  
Comecei a impressão de uma das quatro vias. Página 1, ok. Página 2 também [...]. Página 12 ok. Página 14, 15, 16... 78 não ficaram nada ok's! Simplesmente não imprimiu nada depois da página 12! Desliguei, liguei, desinstalei, bati, gritei (sou muito boa em gritar), mas ela nada! Tenho certeza que por dentro ela ria da minha cara compulsivamente!
Para solucionar meu problema, no dia seguinte, bem cedo, fui a uma loja e comprei uma nova impressora. Isso realmente foi a solução! Consegui imprimir e entregar as 4 vias! Depois de um tempinho, resolvi ligá-la, e ela funcionou perfeitamente, inclusive, a vendi, creio que a moça tenha ficado feliz com ela, afinal, ela não veio reclamar, me xingar ou algo do tipo. Ah, isso foi em 2013.
Passados 2 anos, estava eu na mesma luta, impressão de uma NOVA MONOGRAFIA, dessa vez, a da pós. Fui na rua e recarreguei o cartucho da "nova impressora", que já não era tão nova assim. Cheguei em casa e fui direto imprimir minha nova monografia na minha "ex nova impressora", e ela imprimiu 1 página e finish! Dessa vez não chegou nem na página 12! Ah, e essa página ainda saiu amassada e com um pedacinho faltando, acho que a impressora estava  com fome, não vejo motivos para "mastigar e cuspir"  minha monografia daquele jeito!
Minha solução, não, não se preocupem, não comprei outra impressora, ela está aqui, me olhando. A solução que encontrei foi imprimir na universidade onde estudo nesse momento. NUNCA gastei tanto dinheiro em impressão, nem em 5 anos de graduação! Mas, foi o que deu pra fazer.
Ah, ela voltou a imprimir tempos depois, mas parou novamente e nunca mais voltou.
Estou estudando novamente, vou precisar de outra impressora, acho que vou deixá -la em algum outro lugar, para que não seja "contaminada".
Conselho: NUNCA deixe sua impressora saber que você precisa dela!  Ela não imprime, te deixa irritada e te faz tomar decisões que custam muito dinheiro!

Minhas histórias com as "creuzas"


Gente, preciso contar pra vcs, eu tenho um medo, não é medinho, é medo mesmo! Tenho pavor de creuzas, esse foi o nome que Ana e eu escolhemos para aquelas criaturas, nem gosto de falar o nome, porque parece que atrai, mas terei que dizer (baratas).
Então, várias, muitas, um monte, inúmeras  delas me perseguem, desde muito cedo! E isso é sério!
Desde criança, não posso usar a palavra pequena, afinal, não sou tão provida de altura. Desde criança evito as creuzas e seus parentes, evito mesmo, nem passo perto, nem quando já estão mortas! Mas, como disse, me perseguem, estava na casa do meu tio, a casa dele é cercada de árvores, quase uma floresta, pra vcs terem noção, tem até uma cachoeira! Estava lá, passando férias escolares(sempre passava minhas férias lá, era de lei), era noite, geralmente estávamos jogando algo, dominó, bingo, dama, adedanha, e por aí vai. Estávamos jogando e decidimos fazer uma pausa, porque a parada era frenética, os jogos eram muito intensos, aí enquanto um foi ao banheiro,a outra foi beber água, eu e mais algumas pessoas, ficamos aguardando o retorno de todxs, aí, eu em pé no quarto das minhas primas, vejo um bicho voando, é claro que ele veio em minha direção, mais precisamente em meu rosto, bem no meu nariz! Era uma mistura de creuza com barbeiro ou besouro, enfim, aquele ser era bem estranho. Agora, vcs devem se perguntar o motivo de eu não ter “fugido”, mas, como disse na postagem anterior, não tenho reação, só depois que o “ser” grudou em minha cara, que a ficha caiu, só que aí, já era tarde! Ele estava completamente grudado, com as aquelas patas em mim, foi aí que reagi. Não foi uma reação que se possa dizer “nossa, que reação”, a única coisa que consegui fazer foi GRITAR! Gritei, gritei, gritei, até que meu salvador, meu príncipe (ele foi meu príncipe no meu aniversário de 15 anos) meu querido primo, conseguiu arrancar aquele “ser” do meu nariz.
Certa vez também, em casa, tomando banho e lavando os cabelos, adivinhem só?! A Creuza subiu em minha perna, “aquele ser” saiu do ralo! O que eu fiz, fui olhar,  estava com os olhos cheios de shampoo, aí no primeiro momento paralisei, no segundo, gritei e corri. Dessa vez, meu pai veio me salvar. Esse momento foi engraçado, porque meu pai é bem grande, ele pegou um chinelo, pra matar aquela coisa, contudo, vocês sabem que creuzas são rápidas, ela começou a correr de um lado para o outro e ele, de bumbum (grande bumbum) para o alto tentando pegá -la. Eu, parada no corredor estava, permaneci, mas não consegui segurar o riso. Então ele diz:
  • Se continuar, vou deixar ela aqui pra você!
Meu pai não estava achando a menor graça, enquanto eu… o bom foi que ele conseguiu exterminar a creuza!
Ano passado, estava indo para a escola onde trabalhava, saía de casa bem cedo (para não perder o busão), aquele período estava um pouco chateada, pois adivinhem, estava sem receber, isso já está ficando chato e repetitivo hahahaha. Enquanto estava a caminho do ponto, quem vem? Ela, a pior: A CREUZA VOADORA! Para quem tem pavor desse bicho sabe que essa é realmente a pior! Tenho certeza que Ana, Gabi,Julliane e Hélio concordam plenamente comigo!
Voltando… Ela gruda, sim, outro ser, grudou em mim! Próximo ao ombro, pelo menos uma vez, eu tive reação! Consegui jogá -la para o lado, e não sei que fim levou. Como não tinha como voltar em casa, tratei de catar algo nas bolsa que tivesse álcool, porque queria ter a sensação de limpeza, ou algo assim. Achei meu perfume, espirrei, espirrei muito perfume! Ao chegar no trabalho, corri para o banheiro para lavar bem o local. Decidi contar pra quem? Ruth, que ideia a minha! (Ela não é tão boazinha como na novela kkkkk). Então ela disse que a culpa era minha, pois estava com a aura carregada, isso é bem a cara dela!
Espero não ter mais encontros com creuzas ou parentes de creuzas! De uma coisa tenho certeza, não contarei a Ruth!


O tão sonhado emprego público

Hoje estou realmente inspirada, não para escrever aquela que não se pode dizer o nome, mas terei que dizer, para quem não leu a última postagem entenda.
Estou inspirada para escrever minhas  Peripécias, não a dissertação, essa está andando a passos bem curtos, que minha orientadora não leia rs.
Acho que Todxs têm um sonho, o meu, ou melhor, um dos sonhos. Compartilho dele com minha querida Ruth, tá bom, pra quem não a conhece, Juliana Prata. Esse meu sonho era ser funcionária pública, pela estabilidade, por ter um reconhecimento,  enfim, por vários motivos…
Enquanto não tinha realizado esse sonho, estava trabalhando como professora substituta no Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira, o CAp UERJ, por sinal, aprendi demais lá.
Eu e Ruth, estávamos almoçando um belo dia, e quando liguei a internet, veio a notificação de convocação para o tão sonhado emprego público. Devo ressaltar que Ruth ficou imensamente feliz, e eu sem reação, sim, quando passo por emoções fortes, eu não consigo reagir, me paralisa! Ana, outra querida em minha vida sabe bem o que é isso hahahaha. Voltando ao concurso, fui chamada e comecei a trabalhar num determinado município do Estado do Rio de Janeiro, que Todxs os/as docentes querem…
Ah… Ruth está trabalhando em uma ótima escola pública, aquela também dos sonhos. Mais pra frente, vá o entender o motivo de mais uma vez ela “aparecer” por aqui. Rs
Ela lá, e eu cá, duas boas professoras trabalhando no emprego dos sonhos, recebendo relativamente bem, felizes (bem felizes), com turmas legais, com realidades econômicas diferentes, mas legais!
Estava trabalhando muito bem,até que surgiu a primeira greve, estava feliz, mas como nem tudo são flores, o sonho não era tão “alegre” existiam coisas ruins, existem… Neste município, lutamos bravamente, debaixo de sol, cansaço, escolas com problemas estruturais, falta de materiais… aquele lance das escolas públicas. Não conseguimos tudo que queríamos, contudo,algumas coisas foram conquistadas. Voltamos (profs do município onde trabalho) trabalhar “normalmente”, até que alguns colegas começaram a ter seus salários parcelados, depois, todxs nós ficamos na mesma situação, por sinal, nos encontramos até hoje. Até setembro o parcelamento foi de 3x, no mês de outubro, também, até a segunda parcela. A terceira, foi parcelada mais uma vez, uma não, em várias vezes! Na semana passada recebi uma parcela da terceira parcela do salário de outubro 90,48 rsrsrs. Sim, o valor está correto, Noventa Reais e Quarenta e Oito Centavos! Kkkkkkkkk
Aí vem vem Ruth e me e diz que sou pé frio! Ruth hoje está com o salário parcelado na escola pública dos sonhos rs. Eu disse, nós somos gêmeas, até na “desgraça” rsrsrs
Enquanto isso, estou esperando mais uma parcela do parcelamento do mês de outubro, ah, ainda afastada por causa do buraco kkkk, e mais o salário parcelado de novembro, 13° (hahahaha), imaginem dezembro e férias (rsrsrs).
Espero que o “Novo prefeito” não mencione a palavra crise no próximo ano!
O tão sonhado emprego público não está sendo um sonho propriamente dito, mas tentarei transformá-lo rs.




Dicionário de sinônimos salvam suas vidas

Tem uma amiga minha, Juliana Prata, na verdade irmã gêmea (Ruth (ela) e eu Raquel) rsrs, nos conhecemos tem pouco tempo, mas além se descobrirmos pessoas em comum em nosso círculo de amizades, descobrimos muitas semelhanças, jeito, modo de agir ou falar, manias, inclusive eu e a mãe dela fazemos aniversário no mesmo dia (25/09), e por aí vai...
Ela tem um blog, Minha Vida Acadêmica, por sinal, muito bom! Super indico, tem excelentes dicas para a escrita acadêmica.
Por que estou falando dela?
Bom, me inspirei nela pra fazer essa escrita.
Vamos lá…
Para quem está no meio acadêmico sabe o quanto é difícil ler um texto e produzir outro a partir dele, ou de vários deles. A temida monografia é um exemplo disso, demoramos dias e dias, ou melhor, meses e meses para terminar essa coisa bendita. Na minha monografia da graduação, aprendi usar o dicionário de sinônimos, sim gente, ele funciona! Muitas vezes, lemos, relemos um (a) determinado (a) autor (a), mas não conseguimos colocar o que entendemos no papel, ou no Word, mas esse dicionário de sinônimos salvou minha vida, na verdade ainda salva!
Depois da graduação, fiz pós, e então, mais uma monografia, e agora, mestrado. Não tem monografia, tem outro bicho papão chamada de DISSERTAÇÃO, com um nome desses provavelmente será “tão boa quanto às monografias”.
O mais importante é que usem esse dicionário, usem sempre! Abriu o documento (artigo, trabalho,monografia, dissertação, tese, ou qualquer outra coisa) abram ele junto, como se fosse um guia, sem medo de usar e sabia ar desse “artefato”.
Hoje, eu realmente não me vejo escrevendo sem usá-lo, além de ajudar a escrita, Vc descobre ou relembra sinônimos que nem sonhava em saber que eram de determinada palavra. Também pode renovar seu vocabulário para a faculdade, afinal, a academia é cheia de professores (as) doutores (as) que falam e usam palavras e termos que Vc não sabia que existiam!


Eu, minha vida e os buracos


Sim, os buracos! Muitos buracos! Inclusive tenho uma amiga(Suelen) que sempre diz que eu os procuro, mas o que ela não sabe, é que eles que SEMPRE me acham!
Bom, minha vida sempre foi cheia de buracos, de todos os tamanhos e formatos, rs.
Lembro de quando era criança, na volta da escola, eu gostava subir por uma pedra,  todos os dias era o mesmo ritual. Minha mãe odiava essa mania, e eu, adorava, ia sempre com alguns colegas. Minha mãe dizia que um dia eu iria me machucar. E vcs sabem neh, praga de mãe SEMPRE pega! Um belo dia, voltávamos somente eu e ela. Fiz o mesmo ritual, subi pela bendita pedra, e ela seguiu o caminho por baixo. Escorreguei, dentro de um buraco bem estreito, me ralei toda, pernas, braços, mas nas laterais, onde ficam as costelas, nossa… como machucar essa parte do corpo dói! Pra “ajudar” naquele dia era festa de um amiguinho, e lá fui eu. Elias era o nome dele, eu e mais outrxs coleguinhas, fomos prestigiá-lo, todas as pessoas da festa resolveram encostar e apertar minhas costelas. Conselho: NUNCA vá  a uma festa com as costelas machucadas!
Não para por aí…  
Os anos passaram, no ano de 2012, saindo da faculdade, uma sexta-feira, estava indo para o ponto final do 2° ônibus, eis que mais um buraco apareceu, e aí, torci meu joelho. Os dias foram passando e a dor aumentando, quando fui ao médico, na terça, nem pisar conseguia. Torci bem feio o joelho. Fiquei 5 meses de muleta, é foi o verão “mais agradável” de minha vida rsrs.
Num curto espaço de tempo, 4 anos, o que são 4 anos para a história, nada! Trabalhando em uma escola, sim, sou professora, estávamos comemorando o Dia das Crianças, eu, mais uma outra colega professora, ficamos responsáveis por ficar no queimado. Tivemos a brilhante ideia de jogar com nossos alunos,  e aí mais um buraco apareceu em minha vida. Buraco esse ridículo, raso, pequeno, mas o suficiente para eu torcer meu tornozelo.
Bom, a partir do dia 11/10/2016, dia da última torção, prometi que irei (ou pelo menos tentarei kkkkkkkkk) me afastar e evitar todos os buracos.