Boa tarde pessoas queridas, tudo bem?
Comigo sim!
Hoje lembrei de um dia longo… Estávamos, eu, meu pai e minha mãe, fomos almoçar com a mãe do meu pai, depois iríamos a uma festa de um parente de um amigo do meu pai.
Fomos, para ambos os eventos, até então, tudo correndo na mais perfeita ordem. Até a ida para a tal da festa, na verdade um churrasco.
Saímos do “primeiro evento” e fomos para o segundo, para chegarmos lá, pegamos um ônibus e descemos em um bairro chamado Cordovil, era o lugar do “segundo evento do dia”, tudo corria bem, até que… Ao descer do busão, o local estava em obras, assim, tivemos que descer uma escada, uma escada do ponto de ônibus de Cordovil, ah, era na Avenida Brasil, só que a escada, não era uma escada propriamente dita, era uma escada improvisada. O que seria uma escada improvisada? Duas madeiras maiores na as laterais e na vertical, e com madeiras menores pregadas na horizontal. Madeiras meio velhas, apodrecidas, estranhas… qualquer pessoa teria receio de descer aquilo, por conta a disso, meu pai deixou “as damas descerem na frente”, ele segurava uma de nossas mãos, e disse para a gente descer de frente para a escada, e assim fizemos. Primeiro minha mãe, depois eu. Ele foi o último, meu pai é bem grande, lembram? Então, ele fez várias recomendações para minha mãe e eu, porém, não seguiu nenhuma delas! Resolveu descer de costas para o “projeto de escada”, como estava em obras, tinham pedras, cimento e areia por toda a parte de cima. Meu pai, se preparando pra descer, escorregou! Como meu pai é grande, imagem o barulho! Quando olhamos para cima (minha mãe e eu), estava lá, meu pai, de bunda (que bunda!) no chão, ele estava com uma bermuda escura, em contato com o material da obra, ficou bem marcada. Claro que a gente não segurou a risada! Chegamos no segundo evento, vermelhas, de tanto rir, ou melhor, roxas, porque o riso foi intenso! Inclusive ele riu demais. Até hoje não entendemos o motivo de ele não ter seguido suas próprias recomendações, acredito que nem ele!
Tudo correu bem, até irmos embora (meu pai, o amigo dele, minha mãe e eu). Como iríamos pegar o ônibus do outro lado da Avenida Brasil, não precisamos subir o projeto de escada (ainda bem neh, lutei tombo não iríamos aguentar), atravessamos uma passarela, não é bem uma passarela, enfim, só dava pra passar uma pessoa por vez. O amigo do meu pai decidiu ir ao lado de minha mãe, mesmo sendo estreito. Vocês devem estar pensando “isso não vai dar certo!”, nem eu achei que daria, e não deu, óbvio! Só ele que não pensou!
Ao se aproximar de minha mãe, ele pisou, com muita força, em sua sandália, quase aconteceu outro tombo, o lado positivo que não rolou, mas “era uma vez uma sandália nova”, era a primeira vez que minha mãe estava usando! Minha mãe voltou pra casa descalça! Como nós morávamos no “furico de Nova Iguaçu” e o ônibus estava demorando a passar, pegamos um para o Centro de Nova Iguaçu, a intenção também era achar um calçado para minha mãe. Vocês já foram em Nova Iguaçu? Não importa o dia, nem a hora, sempre tem camelô, vendendo comidas, calçados, roupas, brinquedos, acessórios, tudo! Mas naquele dia… até ovos de Páscoa tinha, menos calçados! Minha mãe toda arrumada, menos os pés, porque ela tirou o outro pé também neh!?
Ele quem arrebenta, e eu quem paguei o pato! Sabem como é aquela velha história “manda quem pode e obedece quem tem juízo” fui descalça pra casa!
Nenhum comentário:
Postar um comentário